Boa tarde, galera! Hoje trago a resenha dos outros dois contos que li da antologia: A Flor Vermelha e Paraíso. O nome desses contos não é tão literal quanto dos outros que eu li e acabaram me passando uma ideia bem diferente do que eu encontrei durante a leitura. Eu li apenas quatro contos, mas achei a ideia da antologia bem interessante e futuramente planejo ler os contos que a Isabela leu também.
A Flor Vermelha
Um grupo de cinco pessoas tenta sobreviver em meio ao que restou da população humana. As condições de vida agora são precárias e a comida é escassa. É como se tivessem voltado à era pré-histórica, tendo que lutar por comida e por suas vidas, em um mundo sem abundância.
Esse grupo foi um dos poucos que se arriscou a atravessar os muros da Cidade, e agora, sem construções em que morar e sem ter meios de construí-las, eles vivem em cavernas, do melhor jeito que conseguem. Porém, enquanto exploram o novo ambiente a que têm acesso, vão descobrindo misteriosas construções abandonadas que podem ser a chave para revelar o que aconteceu no passado.
Esse grupo foi um dos poucos que se arriscou a atravessar os muros da Cidade, e agora, sem construções em que morar e sem ter meios de construí-las, eles vivem em cavernas, do melhor jeito que conseguem. Porém, enquanto exploram o novo ambiente a que têm acesso, vão descobrindo misteriosas construções abandonadas que podem ser a chave para revelar o que aconteceu no passado.
"(...) as pessoas chamavam aquele lugar simplesmente de A Cidade, mas o que era uma cidade de verdade eles nunca chegaram a saber, já que tudo o que tinha restado para observarem eram ruínas de construções muito antigas. A população que vivia lá não era grande, se dividiam em grupos pequenos que tentavam sobreviver da melhor forma que conseguiam."














