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Pare e Pense A Árvore da Mentira


O objetivo dessa coluna é conversar um pouco mais sobre as problemáticas abordadas em livros, porque acreditamos que os autores não as colocam lá apenas para dar movimento ou ação às suas histórias, mas para nos fazerem refletir e talvez até agir de alguma forma. Queremos instigá-los a pensar, mas sem nos prendermos apenas aos problemas. Quero que possa ser mais do que isso, desafiá-los a pensar em possíveis soluções. Se quiser copiar, dê os créditos.

Descobri o livro A árvore da Mentira em um blog literário e fiquei absolutamente encantada com a originalidade do enredo que ele prometia. Então, decidi que precisava conferir por mim mesma. Após concluir a leitura, eu não poderia estar mais satisfeita. A história se passava no século XIX e além de todos os elementos que a autora incluiu na história, como fantasia e mistério, ela trouxe diversos questionamentos sobre o papel da mulher na sociedade. Ela nos apresenta Faith, uma menina muito inteligente, mas inconformada com o fato de que deve guardar todas as suas aspirações na gaveta, se contentando em ser uma donzela doce e sociável, para assim conquistar um bom marido. Quando na verdade ela sempre se interessou pela ciência e deseja ser arqueóloga, como seu pai. Mas, para isso, ela precisaria ter nascido homem. 

"– Quanto maior o crânio, maior o cérebro, e maior a inteligência – continuava o médico, acalorando-se com o tema. – Você só precisa atentar para a diferença de tamanho entre os crânios de homens e mulheres. O crânio do homem é maior, mostrando que é maior em inteligência. – O médico pareceu reparar que não estava tendo muito tato. – A mente feminina é algo totalmente diferente – acrescentou rapidamente – e deveras interessante a seu modo! Mas intelecto demais a estragaria e amassaria, feito pedra no suflê."
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Pare e Pense #4 Inferno

O objetivo dessa coluna é conversar um pouco mais sobre as problemáticas abordadas em livros, porque acreditamos que os autores não as colocam lá apenas para dar movimento ou ação às suas histórias, mas para nos fazerem refletir e talvez até agir de alguma forma. Queremos instigá-los a pensar, mas sem nos prendermos apenas aos problemas. Quero que possa ser mais do que isso, desafiá-los a pensar em possíveis soluções. Se quiser copiar, dê os créditos.

Quem leu a minha resenha de Inferno sabe que adorei a história. Enquanto eu lia, logo comecei a pensar no quanto estavam sendo expostos assuntos nos quais deveríamos pensar mais seriamente, que não dariam para ser comentados apenas na resenha, então resolvi fazer um Pare e Pense aqui no blog e com o filme perto de lançar nos cinemas, fiquei mais motivada a publicar. Na minha opinião, esse foi o melhor livro do Dan Brown. E foi o que mais me fez refletir também. Decidi então dividir um pouquinho das minhas conjecturas com vocês e quero saber o que pensam sobre o assunto também. ;)
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Pare e Pense #3 Divergente

O objetivo dessa coluna é conversar um pouco mais sobre as problemáticas abordadas em livros, porque acredito que os autores não as colocam lá apenas para dar movimento ou ação às suas histórias, mas para nos fazerem refletir e talvez até agir de alguma forma. Queria instigá-los a pensar, mas sem nos prendermos apenas aos problemas. Quero que possa ser mais do que isso, desafiá-los a pensar em possíveis soluções. Se quiser copiar dê os créditos. =P



Oi gente! Acho que deu para vocês perceberem que eu realmente gostei muito da história de Divergente, porque já fiz resenha, filmeXlivro e agora tive a ideia de fazer esse pare e pense. Mas dessa vez eu venho falar sobre um assunto mais sério e estou usando Divergente apenas como introdução.

Alguns meses atrás, estava rolando no facebook uma reportagem sobre cenas de sexo nos livros para adolescentes (não sabe do que eu estou falando? Leia aqui). Eu resolvi usar Divergente para comentar esse assunto pela hesitação que os personagens Tris e Quatro tem em relação a isso. E também porque, circulando pelos blogs literários, um dia me deparei com um comentário que me deixou um pouco incomodada. A pessoa dizia que não entendia por que esse casal tem tanto medo de fazer sexo, já que é algo tão natural para pessoas da faixa etária deles (16 e 18 anos). Então resolvi dizer minha opinião sobre isso.

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Pare e Pense #2 Laços do Espírito


O objetivo dessa coluna é conversar um pouco mais sobre as problemáticas abordadas em livros, porque acredito que os autores não as colocam lá apenas para dar movimento ou ação às suas histórias, mas para nos fazerem refletir e talvez até agir de alguma forma. Queria instigá-los a pensar, mas sem nos prendermos apenas aos problemas. Quero que possa ser mais do que isso, desafiá-los a pensar em possíveis soluções. Se quiser copiar dê os créditos.
*Atenção pode conter spoiler. Laços do Espírito é o #5 livro da série Academia de Vampiros.

Os dhampirs são uma raça de meio vampiros, que tem características marcantes de força e resistência. eles são responsáveis por lutar e proteger os moroi, mas ultimamente o numero de dhampirs tem sido bem menor que o numero de moroi, e normalmente apenas a realeza acaba recebendo a proteção dos guardiões dhampirs. Pra resolver esse problema, muitas pessoas sugeriram que os dhampirs se formassem mais cedo, aos 16 anos e já pudessem lutar e exercer suas funções.
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Pare e Pense #1 Starters

O objetivo dessa coluna é conversar um pouco mais sobre as problemáticas abordadas em livros, porque acredito que os autores não as colocam lá apenas para dar movimento ou ação às suas histórias, mas para nos fazerem refletir e talvez até agir de alguma forma. Queria instigá-los a pensar, mas sem nos prendermos apenas aos problemas. Quero que possa ser mais do que isso, desafiá-los a pensar em possíveis soluções. Se quiser copiar dê os créditos. =P


Para estrear a coluna, trouxe livro Starters. Quem leu a minha resenha (leia aqui) sabe que eu gostei muito do livro. E, acredito que por esse livro ser uma distopia, tem naturalmente uma característica mais critica. Durante a leitura, eu pude encontrar com várias, como: 

>> A busca pelo corpo perfeito, que levou jovens com avós e uma vida estável financeiramente a procurarem o "Banco de Corpos";
"Alguns garotos ricos e mimados mentiam para o banco de corpos, usando sobrenomes falsos para que pudessem fingir ser órfãos pobres. Não queriam o dinheiro. Queriam as cirurgias plásticas gratuitas que seus avós não lhes permitiriam fazer. E nunca mais voltavam para casa."
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