Semana Especial 10% - Dia #4


As resenhas de hoje serão sobre os contos: Os Construtores do Paraíso e A Ilha, dois contos que eu acredito que poderiam ser mais desenvolvidos de forma a comporem um livro. Vejam o que vocês acham da premissa dessas história e deem suas opiniões!

Os Construtores do Paraíso

Luka e Alexandre são irmãos, eles vivem em uma vila e estão acostumados a contribuir para o sustento da comunidade através da realização de trabalhos braçais, como fazer a colheita de frutas e legumes, mesmo que sejam apenas crianças. Eles são ensinados desde muito novos a não fazer perguntas sobre o mundo em que vivem e, principalmente, a se manterem longe do grande muro. Mas eles também são muito curiosos, e, talvez a proibição sem explicações não tenha sido a medida mais efetiva para controlá-los.

"Nada de perguntas sobre isso!- berrou ele enquanto batia a vara na palma da mão esquerda. -Vocês já sabem o que acontece com quem faz perguntas demais." 

Esse conto me deixou bastante curiosa por mais informações, gostaria de ter sabido mais a respeito da cidade, do porque as coisas eram feitas daquela maneira e de como surgiu aquele muro. É possível também tirar alguns questionamentos da história como: você largaria sua vida e família para viver num mundo melhor, com mais tecnologias, facilidades e conforto? Há ainda a questão de uma cidade se aproveitar de outra que vive de maneira alienada, uma situação que não é algo assim tão difícil de imaginar. Quantas vezes já vimos um povo escravizar outro na história do mundo, são narrativas que sempre nos revoltam, não é mesmo?!

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A Ilha

Veronica foi deixada dentro de uma caixa de madeira em uma ilha. Quando ela finalmente consegue sair de dentro da caixa, topa com seu primeiro desafio, é atacada por um selvagem. Felizmente, ela encontra alguém disposto a ajudá-la, um homem chamado Said, que lhe explica um pouco sobre o funcionamento da Ilha, as pessoas que vivem lá e seus perigos. Segundo ele, os dois devem seguir para a cidade de Eldorado, onde estarão seguros. Mas, não será nada fácil cumprir esse objetivo.

"Quando as máquinas encontram e capturam algum humano elas o mandam para cá, como já estamos tão ameaçado de extinção elas preferem não nos matar, apenas nos jogam aqui e no isolam do resto do mundo. "

Quando li a sinopse do conto, pensei que Said pudesse ser o robô do outro livro do Paulo Mateus, Clickbait. Mas, tudo indica que não, ele apenas possui o mesmo nome do outro personagem. O conto retrata um sociedade futurista em que a criação se voltou contra seu criador, e temos as máquinas no domínio do mundo. Mas, não satisfeitas com isso, elas parecem estar resolvidas a brincar com os seres humanos, como numa espécie de Jogos Vorazes. Esse é um tipo de especulação bastante comum na ficção científica, vocês acreditam que há a possibilidade de as máquinas um dia dominarem o mundo como sugerem tantas produções literárias e cinematográficas? Conta pra gente!

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